RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

Atualmente quando procuramos a adoção de uma alimentação equilibrada, saudável e capaz de garantir a segurança nutricional de um ser humano, não é mais possível restringi-la a composição dentro do próprio prato. É necessário compreender que a saúde e a nutrição de cada pessoa depende da manutenção da saúde e da nutrição dos ecossistemas e da sociedade humana em suas esferas locais e planetárias.

Ao escolhermos os alimentos que vão compor uma refeição, cada um de nós é responsável pelo impacto que a produção, o processamento, a distribuição, a comercialização e os resíduos desses alimentos geram na natureza e na estrutura social que os envolvem. Em uma época em que grande parte dos habitantes já vive em cidades com grau avançado de urbanização, há um crescente distanciamento do dia a dia dos cidadãos da dinâmica rural e dos ciclos dos elementos da natureza. Os processos de industrialização, mecanização e intermediação na venda dos produtos de uso diário, acabam gerando relações superficiais entre os diversos atores envolvidos nesse processo e os recursos ambientais utilizados.

Para que possamos fazer escolhas conscientes do que queremos estimular ao escolhermos o que nos alimenta, é necessário conhecer toda a cadeia produtiva que permite que esses alimentos sejam gerados e quais são as consequências a curto e a longo prazo dessa geração.

É nesse sentido que a VP, através de seu departamento de RSC, se propõe a fomentar a reflexão e a apoiar as iniciativas que vão em busca de uma alimentação realmente saudável do ponto de vista pessoal, social e ambiental, entendendo que ela só será possível através da adoção de uma base agroecológica e solidária.

Compartilhamos os princípios que são difundidos pelo Movimento Urbano de Agroecologia – MUDA – para que cada cidadão seja parte de um processo colaborativo de transformação rumo a um cotidiano harmonioso para as atuais e as futuras gerações.

São eles:

  1. Desindustrializar a despensa! Sempre que possível, compre alimentos frescos, integrais e artesanais.
  2. Usar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SACs) sempre que identificar que uma empresa não têm responsabilidade sócioambiental no seu ciclo produtivo.
  3. Comprar diretamente da Agricultura Familiar (priorizando os de origem orgânica, agroecológica e de agricultura em transição).
  4. Priorizar o consumo em um raio de até 200 Km da cidade, fortalecendo o comércio de bairro e arredores estimulando as economias locais.
  5. Inserir biodiversidade no prato. Conhecer as plantas alimentícias não convencionais, frutos nativos e sementes crioulas.
  6. Comer na sazonalidade correta dos alimentos.
  7. Consumir menos carnes e produtos derivados, priorizando pecuária natural e pesca artesanal.
  8. Difundir amplamente o debate dos agrotóxicos e transgênicos entre os cidadãos. Mobilize-se para que o poder público combata os danos sociais, ambientais e à saúde humana que eles provocam.
  9. Minimizar desperdícios e otimizar processos.
  10. Tomar consciência e assumir responsabilidade por nossos resíduos. Realize a compostagem.
  11. Minimizar ao máximo o uso de embalagens e descartáveis. Abrace a coleta seletiva, apoiando as cooperativas de catadores.
  12. Relacionar-se mais com a terra. Pise na grama, plante em casa e participe de hortas comunitárias.
  13. Compreender o ciclo e manejo da água. Participe das soluções relativas ao tema.
  14. Mudar a Si próprio. Investir com carinho no aprimoramento pessoal, harmonizando, corpo, mente e espírito. Divirta-se.
  15. Sentir-se parte de um coletivo, compartilhando bens e saberes com outras pessoas. Experimente trocar produtos solidariamente e evite o consumismo desnecessário.

 

A atuação da Responsabilidade Socioambiental da VP foi estruturada para somar forças com os movimentos cidadãos que partilham dos nossos ideais: a conquista de melhores condições de vida para a população e o reequilíbrio do meio ambiente.

A RSA da VP se uniu aos integrantes da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, do MUDA SP (Movimento Urbano de Agroecologia de São Paulo) e da CSA Brasil para, juntos, promoverem uma série importante de realizações que envolveram centenas de pessoas, oferecendo a elas os instrumentos para obterem mais qualidade de vida.

                    

 

  • Realização de oficinas com temas como nutrição, saúde, hortas caseiras e comunitárias, cosmética natural, ativismo, reflorestamento e captação e reuso de água, entre outros assuntos importantes para levar mais qualidade de vida à população e buscando articulação com ações de instituições parceiras;

  • Apoio às ações do COMUSAN- Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional;

  • Apoio aos ativistas do MUDA a realizarem alguns vídeos-pílulas que registraram as ações realizadas e auxiliar na divulgação do movimento e das atividades de segurança alimentar e nutricional que ocorrem no município;

  • Espaço Terra no Congresso Internacional de Nutrição Funcional com os stands das organizações como o MUDA, a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, o CSABrasil, o Instituto Mokiti Okada, o coletivo Arboreser, o Slowfood e o Comusan, área para apresentar suas propostas, conversar com o público e conduzir vivências;

  • Participação efetiva para transformar toda merenda escolar do município de SP em produtos orgânicos;

  • Apoio ao CSA nas ações de multiplicação do conceito da agricultura sustentável e produção de alimentos orgânicos e biodinâmicos;

  • Participação efetiva nos cursos de formação do CSA;

  • Publicação do BOLETIM NUTRINDO A MUDANÇA desde novembro de 2014;
    Cada edição contém as seguintes seções fixas  

         Saber Funcional - abordando alimentação e nutrição
        Já Mudou! - informando sobre uma boa transformação ocorrida em um setor entre os temas em que atuamos
        Vamos Mudar? - convidando a sociedade para promover uma transformação em um setor em que atuamos
        Semeando - agenda do mês
        CSAção - abordando o tema da agricultura apoiada pela comunidade
        Cuidado: Veneno! - abordando o tema dos agrotóxicos e seus danos.

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